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Cursos Profissionalizantes

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Revista Olhares Docentes – v. 4, n. 7

Editorial

Seguindo a lógica do pensamento de Thomas Samuel Kuhn, o ciclo de um paradigma científico compreende três movimentos progressivos e distintos: primeiro, há a fase pré-paradigmática, marcada pela intuição de novos objetos de pesquisa, novas ideias, métodos e técnicas que se insurgem contra o paradigma dominante, mas ainda convivem em relativa em harmonia com este. Esta convivência só é possível, porquanto o novo paradigma não tenha ainda se consubstanciado, revelando muitas discordâncias entre os seus protagonistas. Em seguida, é introduzida a fase paradigmática, em que ocorre um consenso entre os cientistas postulantes do novo paradigma sobre o arsenal metodológico-epistemológico de que lançarão mão. Neste ponto, o conjunto estruturado de novos objetos, ideias, métodos e técnicas configuram o que o autor denominou “ciência normal”. A ciência normal constitui a maturação do novo paradigma, que combaterá o anterior, até suplantá-lo definitivamente, assumindo a hegemonia no panorama científico. Por fim, advém a fase Pós-Paradigmática, onde os fundamentos do paradigma, então dominante, passam a ser questionados por outro que surge no horizonte científico. É o momento da sua crise: o paradigma entra em decadência e, finalmente, é suplantado por outro, no devir de uma verdadeira insurreição — Revolução — científica.

Se as ideias de Kuhn sobre as revoluções da Ciência estiverem corretas, é possível inferir que, no Brasil, o desenvolvimento da pesquisa em Educação foi marcado por radicais substituições de matrizes epistemológicas. No cômputo geral, a evolução dos seus paradigmas refletiu-se nas investigações nacionais, intercalando momentos de distanciada objetividade metodológica e outros cuja ascendência era da subjetividade. É certo que as ciências da Educação se utilizaram, inicialmente, dos métodos e procedimentos das suas coirmãs, naturais e exatas — com resultados, muitas vezes, desastrosos. Entretanto, tais elementos não foram suficientemente flexíveis para dar conta do universo educacional, em toda a sua exuberante incoerência. Assim, a despeito das suas revoluções, houve uma aproximação gradativa dos paradigmas adotados nas Ciências da Educação ao horizonte da subjetividade.

A pesquisa educacional brasileira foi fundada, nos anos de 1940, sob a égide do Positivismo. Pretendia-se neutra e, portanto, não disponibilizava espaço para a práxis na consecução das suas investigações. Incapaz de propor soluções efetivas aos problemas educacionais do país, o Paradigma Positivista foi substituído, na década de 1970, pelo de matriz fenomenológica. Franca reação — Revolução — à escola teórica anterior, o Paradigma Fenomenológico comportava alguma subjetividade, mas se predispunha contrariamente a qualquer tipo de intervenção metodológica na realidade pesquisada. Para suprir esta lacuna, uma década depois, veio o Marxismo a propor o seu Materialismo Histórico Dialético, cuja ênfase na praxis e na intervenção social tornava-o perfeito para a investigação no campo da Educação. Ainda que o Marxismo tenha se perpetuado como paradigma dominante, a pesquisa brasileira em Educação teve, nos anos de 1990, um breve flerte com o Estruturalismo e o Funcionalismo. No final da década, surge uma nova perspectiva epistemológica, ligada às teorias da Complexidade, que ainda não se consolidou como paradigma.

O escopo desta edição especial da Revista Olhares Docentes é o de abrir o debate sobre as questões que consubstanciam o desenvolvimento da Epistemologia da Educação, no Brasil. Esperamos que todos apreciem as nossas páginas.

Boa leitura!

Equipe coordenadora

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Inscrições Vestibular Agendado Presencial 2020 – FAEC

Siga o passo a passo para se Inscrever hoje no Mega Vestibular da FAEC, data do vestibular.

Será utilizadas todas as recomendações exigidas pelo Ministério da Saúde.

Duvidas pelo WhastApp (75) 99213-3634 ou (75) 99939-6533

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2º Edição Revista Olhares docentes

Esse segundo número da Revista Olhares Docentes continua abrindo espaço para a produção científica dos docentes-pesquisadores, atuantes no Semiárido baiano, comprometidos com as mudanças necessárias à nossa realidade educacional. Como de praxe, mantendo a identidade do nosso periódico, a temática é, preferencialmente, abrangente, de modo a comportar as contribuições mais díspares: da educação indígena à influência da filosofia adorniana sobre o campo educacional; do uso do conto de fadas, na educação infantil, à inclusão digital; da educação na Saúde aos dilemas enfrentados pela coordenação pedagógica.
A boa nova fica por conta do espaço que abrimos para pesquisadores egressos da graduação. Acreditamos que precisamos dar chance aos recém-chegados à docência. Pelo menos, àqueles que ousaram, com maestria e destaque, colocar a própria alma na pesquisa. Seria profundamente injusto que não encontrassem, nas nossas páginas, o conforto da acolhida e a festa das boas-vindas.
Sem delongas, trazemos a você, leitor, o segundo número do nosso periódico, com a certeza de que o nosso esforço será recompensado com o seu interesse.
Desejamos, a vocês uma excelente leitura!
Equipe coordenadora

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1º Edição Revista olhares docentes

Com insuspeitada alegria, ora entregamos o primeiro volume de Olhares Docentes, periódico científico impresso da Faculdade Euclides da Cunha (FAEC), legítima publicação da Microrregião do Semiárido II, Território de Identidade de Euclides da Cunha, Bahia, com todas as idiossincrasias e todas as dificuldades que são peculiares a este cadinho de Sertão.
Fruto de pesquisas acuradas de docentes que atuam na Região, Olhares Docentes propõe dar voz aos que labutam, em nome da Educação, por todo o Sertão baiano. Este primeiro volume condensa produção apresentada, em forma de comunicação científica, na 1ª Semana Científica da FAEC, evento anual, cujo objetivo é o de incentivar a pesquisa, a extensão e a iniciação científica locais, desde a criação de um espaço integrado de participação de todos, discentes e docentes dos Cursos de Pedagogia e Serviço Social, pertencentes à instituição.
A 1ª Semana Científica da FAEC teve como legenda “O papel da Universidade no desenvolvimento local e regional: ensino, pesquisa e extensão”, tema que constitui um convite ao conhecimento e à reflexão sobre o papel das instituições de ensino superior na construção de saberes e fazeres da sociedade, assim como na promoção da transformação social e da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Ao longo de quase uma semana, no período entre 26 e 29 de abril de 2017, discentes e docentes, das mais distintas áreas do conhecimento, puderam socializar os seus trabalhos, nas formas de comunicação oral e pôster, além de participar de diversos minicursos, oficinas, discussões, palestras e rodas de conversas/diálogos e intervenções culturais e artísticas. O resultado de todo este esforço acadêmico pode agora ser conferido nas páginas desta publicação.
Assim, sem mais tergiversações, entregamos a você, leitor, o nosso periódico, Olhares Docentes. Esperamos, sinceramente, que esteja ao seu contento e à sua altura.
Boa leitura!

vemserfaec

revistafaec2017

primeiraediçao

orgulhodaregião

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Comissão Própria de Avaliação – CPA

A autoavaliação conduzida pela CPA ocorre com o intuito de promover a qualidade da oferta educacional em todos os sentidos. As orientações e instrumentos propostos na avaliação institucional apóiam-se na Lei 10.861, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. A auto-avaliação retrata o compromisso institucional com o auto-conhecimento e sua relação com o todo, em prol da qualidade de todos os serviços que A Instituição oferece à sociedade.

Considerando o SINAES, a FAEC conta com uma da Comissão Própria de Avaliação – CPA, instituindo, assim, um processo de auto-avaliação. A CPA cuida de planejar, organizar, refletir e cuidar do interesse de toda a comunidade pelo processo avaliativo, assim com a participação e envolvimento de toda a comunidade acadêmica e com o apoio dos gestores da IES, que lhes disponibilizarão as informações e os dados necessários.

A Avaliação Institucional adota uma metodologia participativa, buscando trazer para o âmbito das discussões as opiniões de toda comunidade acadêmica, de forma aberta e cooperativa. Os instrumentos são construídos e aplicados com os conteúdos teóricos e práticos envolvidos nas 10 dimensões, conforme Roteiro de Auto-Avaliação Institucional/MEC. Esses instrumentos são aplicados em toda a comunidade e atuam como objetos intermediários e subsidiários na identificação de pontos fortes e necessidades de melhoria, com vistas na busca da melhoria contínua. Conforme a legislação, a auto-avaliação contempla:

  1. Avaliação do cumprimento e viabilidade da Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional
  2. Avaliação do cumprimento e viabilidade das Políticas para Ensino, Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação propostas
  3. Avaliação das Ações de Responsabilidade Social Institucional
  4. Avaliação dos esforços relacionados a Comunicação da Instituição com a Sociedade
  5. Avaliação da viabilidade e adequabilidade das Políticas de Pessoal e Carreiras
  6. Avaliação da Organização e Gestão da Instituição.
  7. Avaliação da Infra-Estrutura Física
  8. Avaliação das Ações e Projetos de Planejamento da IES
  9. Avaliação dos Instrumentos e Políticas de Atendimento ao Alunos
  10. Avaliação da Sustentabilidade Financeira

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Curso de Administração – Inscreva-se

SOBRE O CURSO
O Curso de Administração, na modalidade Bacharelado visa graduar o Bacharel com conhecimentos na área da Ciência da Administração, com foco na Linha de formação em Administração Pública, sem perder de vista a formação generalista, capacitado a exercer, nos vários campos organizacionais, as atividades correlatas à área de administração, especialmente as estabelecidas pela Lei nº. 4.769, de 09/09/65, que dispõe sobre o exercício da profissão de administrador, comprometido com o seu papel social, com o desenvolvimento sócio-econômico e a melhoria da qualidade de vida, especialmente da região e da população amazônica.

ÁREAS DE ATUAÇÃO
O Bacharel em Administração estará apto a exercer sua atividade profissional no serviço público federal, estadual, municipal, autárquico, sociedades de economia mista, empresas públicas, empresas privadas e fundações, atuando em qualquer uma das áreas internas de todas as ramificações dos três setores básicos da Economia, que são os Setores Primário, Secundário e Terciário, ou seja, em atividades ligadas à agricultura, indústria, comércio e organização de serviços, no gerenciamento, na organização e no controle, nas áreas de material, patrimônio, finanças, recursos humanos, produção, marketing e organização e métodos.

PERFIL DO PROFISSIONAL
O perfil para o futuro administrador a ser formado pela FAEC com base em sólida formação técnico-científica, fundada em valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional, com visão crítica e estratégica, apto para:

a) Atuar profissionalmente nas organizações, em especial nas organizações públicas, além de desenvolver atividades técnico-científicas próprias do administrador;

b) Analisar criticamente as organizações, identificando oportunidades, antecipando e promovendo suas transformações;

c) Atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;

d) Atuar de forma criativa e empreendedora;

e) Compreender a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do desenvolvimento da autoconfiança;

f) Compreender processos e sistemas de gestão, tomar decisões e resolver problemas no âmbito da Administração, com base em parâmetros relevantes para a sociedade e para a promoção da qualidade de vida da população;

g) Compreender os problemas da Região Amazônica, em particular do Estado Amazonas, e viabilizar soluções que possam contribuir para o desenvolvimento sustentado da Região;

h) Compreender a ciência da Administração de forma generalista, entendendo a necessidade da aplicação da Linha de Formação em Administração Pública em seu contexto apropriado.

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Gestão em Saúde Pública

O curso visa especializar e aprimorar o profissional, agregando valores individuais e propiciar juízo crítico coerente com relação ao Sistema Único de Saúde, tornando-o apto à atuar na área de gestão em saúde pública, contribuindo para qualidade da assistência de saúde da população e gestão dos recursos disponíveis

Público-alvo: Profissionais da área da saúde e todos que demonstrem interesse em ingressar e/ou aperfeiçoar sua formação na área da saúde pública.

Funcionamento do Curso

Os Cursos de Pós-Graduação são oferecidos na modalidade on-line.

Pré-requisito

De acordo com ao Resolução Nº 01 do MEC de 06 de abril de 2018, para que o candidato esteja apto a cursar uma Pós-Graduação, basta possuir um curso de Graduação ofertado por uma Instituição reconhecida pelo MEC.

Valores dos cursos

A taxa de matrícula tem o valor de R$ 149,00 e é cobrado separadamente da mensalidade, você poderá pagar no boleto a vista ou no cartão de crédito de acordo com critérios de sua bandeira. A primeira parcela da mensalidade só é cobrada 30 dias após o pagamento da taxa de matrícula, já o valor do curso consta na planilha abaixo.

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Pós em Libras

SOBRE O CURSO

O curso de sspecialização em Língua Brasileira de Sinais – Libras objetiva preparar profissionais para atuarem nas mais diferentes áreas junto aos surdos. Hoje vivemos o processo de Inclusão, tanto social quanto escolar. Como a Libras é a segunda língua oficial no Brasil, e que foi reconhecida pela Lei 10.436/02 e regulamentada pelo Decreto Lei 5.626/05. Ela deveria fazer parte de nossas vidas, mas isto ainda não acontece, pois a mesma ainda não se encontra na grade curricular das escolas brasileiras. Quanto mais ouvintes aprenderem a Libras, mais interlocutores os surdos terão. Desta forma viabilizará a compreensão do campo teórico da Educação Especial, por meio do estudo dos fundamentos filosóficos, históricos, biológicos e sócio-antropológicos da surdez e ao ambiente escolar a que o surdo foi exposto, ressaltando estratégias e recursos e adaptações para atender à especificidade linguística do surdo, além de promover o estudo teórico-prático da Libras, compreendendo a comunicação e linguagem na educação bilíngue, bem como a prática de tradução e interpretação em Libras.

PÚBLICO-ALVO

Profissionais da Educação em geral e profissionais de diferentes áreas, garantindo o respeito à condição linguística do surdo na escola.